Relatório sobre as práticas de governança sustentável dos 30 maiores bancos mundiais revela resultados interessantes

LONDRES, Jan. 23, 2023 (GLOBE NEWSWIRE) — A Morrow Sodali e a Nestor Advisors – uma Empresa da Morrow Sodali, têm o prazer de anunciar a publicação da “Governança sustentável dos maiores bancos mundiais: Um estudo dos 30 principais bancos europeus e norte-americanos”.

O relatório examina as práticas de governança sustentável dos 30 maiores bancos europeus e norte-americanos. Para realizar o Relatório, analisamos vários documentos públicos e entrevistamos representantes de quinze bancos líderes, incluindo nove presidentes de conselho, outros membros do conselho e executivos seniores. Os entrevistados explicam as diferentes práticas e o motivo dos bancos optarem por elas. O relatório compara os bancos em vários pontos de dados e analisa essas informações em relação a um índice duplo de sustentabilidade e desempenho financeiro.

Stilpon Nestor, principal autor do relatório, disse: “A sustentabilidade é um dos grandes problemas enfrentados pelos bancos e sua liderança. Acionistas e várias partes interessadas, incluindo reguladores, esperam que os bancos sejam proativos quanto à sustentabilidade. Do ponto de vista estratégico, a “ecologização do livro” é o grande desafio, especialmente nos mercados com grandes setores “marrons”. Do ponto de vista do risco, alguns reguladores esperam que os bancos integrem o risco da sustentabilidade na estrutura principal de gestão de riscos e suas principais categorias. Eles também esperam uma perspectiva clara de sustentabilidade na estrutura do apetite ao risco. Para um bom desempenho nessas áreas, os bancos mundiais reformularam a governança e os pactos organizacionais existentes e desenvolveram alguns novos. Nosso relatório examina esses pactos e revelando pontos interessantes que, às vezes, chegam a ser contraintuitivos.

Dentre os resultados, destacamos a questão das habilidades dos conselhos quanto à sustentabilidade. Nenhum banco entrevistado considera prioritário ter especialistas em sustentabilidade no conselho. A prioridade é tornar seus atuais membros do conselho mais conscientes da sustentabilidade. Nesse sentido, os bancos enfatizam o desenvolvimento das habilidades do diretor.

Como um conselho se estrutura para abordar a sustentabilidade? Em muitos casos, isso é feito através da criação de uma nova comissão. No entanto, a estrutura geralmente reflete o nível de maturidade em relação às questões de um banco. Um ponto interessante do Relatório é que os bancos mais avançados no “espectro da maturidade” eliminaram os comitês especiais e passaram a discutir a sustentabilidade como parte da estratégia geral e do apetite ao risco.

Outro ponto importante está relacionado ao papel da administração em garantir que todas as funções dos negócios fortaleçam sua capacidade de entender a sustentabilidade. Esta é uma questão que toca todas as áreas de negócios de um banco, seja um banco corporativo, de varejo ou privado, bem como funções de risco, finanças e auditoria interna. É por isso que a maioria dos bancos mundiais criou comitês de gerenciamento sênior para supervisionar esse trabalho transversal. O tempo de serviço dos membros desta comissão é fundamental. Em 50% dos bancos, os próprios CEOs estão liderando esse comitê de coordenação sênior.

A maioria dos bancos também incluiu parâmetros de sustentabilidade na sua abordagem quanto à remuneração dos executivos. O relatório conclui que, nos bancos com melhores, as considerações de sustentabilidade têm um “peso” relativamente significativo, entre outros fatores, na determinação da remuneração variável.

Esperamos que este estudo seja informativo e que explorem pontos úteis para todas as partes interessadas. Clique aqui para solicitar o Relatório na íntegra.

SOBRE A MORROW SODALI

Morrow Sodali é a provedora líder de consultoria estratégica e serviços aos acionistas para clientes corporativos em todo o mundo. A empresa oferece para conselhos e executivos corporativos consultoria estratégica e serviços relacionados à governança corporativa, ESG, comunicação e engajamento com acionistas, inteligência de mercados de capital, solicitação de procurações, ativismo com acionistas, e fusões e aquisições.

Com sedes em Nova York e Londres, e escritórios e parceiros nos principais mercados de capital, a Morrow Sodali atende a mais de 1.000 clientes corporativos em mais de 80 países, incluindo muitas das maiores corporações multinacionais do mundo. Além de empresas públicas e privadas, seus clientes incluem instituições financeiras, fundos mútuos, ETFs, bolsas de valores e associações de membros.

Para mais informações, visite morrowsodali.com.

SOBRE A NESTOR ADVISORS

Nestor Advisors é uma empresa global de consultoria subsidiária da Morrow Sodali, especializada em governança corporativa, sustentabilidade e design organizacional. Trabalhamos com os conselhos e a alta administração de instituições financeiras, empresas e organizações sem fins lucrativos para aprimorar as tomadas de decisões, as estruturas organizacionais, os controles e os incentivos.

Totalmente integradas com a Morrow Sodali, as duas empresas fornecem à base global de clientes da empresa um conjunto abrangente de serviços de consultoria relacionados à governança corporativa, ESG, sustentabilidade e engajamento das partes interessadas.

Nossos serviços são de amplo espectro, incluindo avaliações holísticas que resultam em um redesenho significativo do sistema de governança de uma empresa, avaliações do conselho, governança do grupo, treinamento do conselho, gerenciamento de riscos, e desenvolvimento de políticas e controles específicos. Seja qual for o escopo, nossos serviços são sempre adaptados às necessidades dos nossos clientes.

Para mais informações, visite nestoradvisors.com.

CONTATOS

Elena Cargnello
Diretora Corporativa, Marketing
e.cargnello@morrowsodali.com
+44 (0)20 4513 6913

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Le rapport sur les pratiques de gouvernance de la durabilité des 30 plus grandes banques mondiales fournit des conclusions intéressantes

LONDRES, 23 janv. 2023 (GLOBE NEWSWIRE) —  Morrow Sodali et Nestor Advisors, une entreprise Morrow Sodali, ont le plaisir d’annoncer la publication de « Governance of sustainability in the largest global banks: A study of the top 30 European and North American banks » (Gouvernance de la durabilité dans les plus grandes banques mondiales : une étude des 30 premières banques européennes et nord-américaines).

Ce rapport examine les pratiques de gouvernance de la durabilité des 30 plus grandes banques européennes et nord-américaines. Pour préparer le rapport, nous avons examiné divers documents accessibles au public et avons également interrogé des représentants de quinze grandes banques, dont neuf présidents de conseil d’administration, d’autres membres de conseil et des cadres supérieurs. Les personnes interrogées ont fait le point sur différentes pratiques et sur les raisons de leur mise en œuvre. Le rapport qui en résulte compare les banques sur plusieurs points de données et analyse ces résultats par rapport à un double indice de durabilité et de performance financière.

Stilpon Nestor, l’auteur principal du rapport, a déclaré : « La durabilité est l’un des grands problèmes auxquels sont confrontées les banques et leur direction. Les actionnaires et diverses parties prenantes, y compris les régulateurs, attendent des banques qu’elles soient proactives dans ce domaine. Du côté de la stratégie, “verdir le portefeuille” est le grand défi, surtout sur les marchés ayant de grands secteurs “bruns”. Du côté des risques, certains régulateurs attendent des banques qu’elles intègrent le risque en matière de durabilité dans le cadre principal de gestion des risques et ses catégories clés. Ils attendent aussi une prise en compte claire de la durabilité dans le cadre de l’appétence au risque. Afin de tenir leurs promesses dans ces domaines, les banques mondiales ont remanié les dispositifs de gouvernance et d’organisation existants et en ont développé de nouveaux. Notre rapport examine ces dispositifs et aboutit à des conclusions intéressantes, parfois contre-intuitives. »

Parmi ces conclusions, la question des compétences du conseil d’administration en lien avec la durabilité a été mise en évidence. Toutes les banques que nous avons interrogées ne considèrent pas comme une priorité le fait d’avoir des experts en durabilité dans leur conseil d’administration. Leur priorité est de sensibiliser les membres actuels du conseil d’administration à ces questions. En ce sens, elles mettent l’accent sur le développement des compétences de directeur.

Comment un conseil d’administration se structure-t-il pour aborder les questions de durabilité ? Dans de nombreux cas, on crée un nouveau comité. Cependant, la structure reflète souvent le niveau de maturité des enjeux dans une banque. Une conclusion intéressante du rapport est que les banques plus avancées dans le « spectre de maturité » ont supprimé les comités spéciaux et discutent de la durabilité dans le cadre de la stratégie générale et de l’appétence au risque.

Une autre conclusion majeure concerne le rôle de la direction qui doit veiller à ce que toutes les fonctions de l’entreprise renforcent leur capacité à comprendre la durabilité. C’est une question qui touche tous les secteurs d’activité d’une banque, qu’il s’agisse d’une banque d’entreprise, de détail ou privée, ainsi que les fonctions de risque, de finance et d’audit interne. C’est pourquoi la plupart des banques mondiales ont créé des comités de direction pour superviser ce travail transversal. Il est essentiel que les membres de ce comité aient un rang élevé dans la hiérarchie. Dans 50 % des banques, les PDG eux-mêmes dirigent ce comité de coordination.

La plupart des banques ont également inclus des paramètres de durabilité dans leur approche de la rémunération des cadres. Le rapport constate que dans les plus performants, les considérations de durabilité ont un « poids » relativement important parmi les autres facteurs pour déterminer la rémunération variable.

Nous espérons que vous trouverez cette étude instructive, et que les conclusions seront utiles du point de vue de toutes les parties prenantes. Cliquez ici pour demander le rapport complet.

À PROPOS DE MORROW SODALI

Morrow Sodali est l’un des principaux fournisseurs de conseils stratégiques et de services aux actionnaires pour les entreprises du monde entier. Le cabinet fournit aux conseils d’administration et aux dirigeants d’entreprises des conseils et des services stratégiques en matière de gouvernance d’entreprise, d’ESG, de communication et d’engagement des actionnaires et des obligataires, de renseignements sur les marchés des capitaux, de sollicitation de procurations, d’activisme actionnarial et de fusions et acquisitions.

Depuis ses sièges à New York et à Londres, et ses bureaux et partenaires sur les principaux marchés de capitaux, Morrow Sodali sert plus de 1000 entreprises clientes dans plus de 80 pays, dont un grand nombre des plus grandes multinationales du monde. Outre les sociétés cotées et privées, ses clients comprennent des institutions financières, des fonds communs de placement, des ETF, des marchés boursiers et des associations de membres.

Pour plus d’informations, veuillez consulter le site morrowsodali.com.

À PROPOS DE NESTOR ADVISORS

Nestor Advisors est la filiale de conseil spécialisée dans les conseils d’administration et la gouvernance de Morrow Sodali. Nous sommes un cabinet de conseil mondial spécialisé dans la gouvernance d’entreprise, la durabilité et la conception organisationnelle. Nous travaillons avec les conseils d’administration et les responsables d’institutions financières, d’entreprises et d’organisations à but non lucratif pour améliorer la prise de décision, les structures organisationnelles, les contrôles et les incitations.

La filiale est entièrement intégrée à Morrow Sodali, et les deux sociétés fournissent à la clientèle mondiale du cabinet une gamme complète de services de conseil en matière de gouvernance d’entreprise, d’ESG, de durabilité et d’engagement des parties prenantes.

Nos services couvrent un large éventail, notamment des évaluations holistiques aboutissant à une refonte importante du système de gouvernance d’une entreprise, des évaluations du conseil d’administration, la gouvernance de groupe, la formation du conseil d’administration, la gestion des risques et l’élaboration de politiques et de contrôles spécifiques. Quel que soit l’objectif, nos services sont toujours étroitement adaptés aux besoins de nos clients.

Pour plus d’informations, veuillez consulter le site nestoradvisors.com.

CONTACTS

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Directrice marketing
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Earth’s Inner Core May Have Started Spinning Other Way, Study Says

Far below our feet, a giant may have started moving against us.

Earth’s inner core, a hot iron ball the size of Pluto, has stopped spinning in the same direction as the rest of the planet and might even be rotating the other way, research suggested on Monday.

Roughly 5,000 kilometers (3,100 miles) below the surface we live on, this “planet within the planet” can spin independently because it floats in the liquid metal outer core.

Exactly how the inner core rotates has been a matter of debate between scientists — and the latest research is expected to prove controversial.

What little we know about the inner core comes from measuring the tiny differences in seismic waves — created by earthquakes or sometimes nuclear explosions — as they pass through the middle of the Earth.

Seeking to track the inner core’s movements, new research published in the journal Nature Geoscience analysed seismic waves from repeating earthquakes over the last six decades.

The study’s authors, Xiaodong Song and Yi Yang of China’s Peking University, said they found that the inner core’s rotation “came to near halt around 2009 and then turned in an opposite direction.”

“We believe the inner core rotates, relative to the Earth’s surface, back and forth, like a swing,” they told AFP.

“One cycle of the swing is about seven decades,” meaning it changes direction roughly every 35 years, they added.

They said it previously changed direction in the early 1970s and predicted the next about-face would be in the mid-2040s.

The researchers said this rotation roughly lines up with changes in what is called the “length of day” — small variations in the exact time it takes Earth to rotate on its axis.

Stuck in the middle

So far there is little to indicate that what the inner core does has much effect on we surface dwellers.

But the researchers said they believed there are physical links between all Earth’s layers, from the inner core to the surface.

“We hope our study can motivate some researchers to build and test models which treat the whole Earth as an integrated dynamic system,” they said.

Experts not involved in the study expressed caution about its findings, pointing to several other theories and warning that many mysteries remain about the center of the Earth.

“This is a very careful study by excellent scientists putting in a lot of data,” said John Vidale, a seismologist at the University of Southern California.

“[But] none of the models explain all the data very well in my opinion,” he added.

Vidale published research last year suggesting the inner core oscillates far more quickly, changing direction every six years or so. His work was based on seismic waves from two nuclear explosions in the late 1960s and early 1970s.

That timeframe is around the point when Monday’s research says the inner core last changed direction — which Vidale called “kind of a coincidence.”

Geophysicists ‘divided’

Another theory — which Vidale said has some good evidence supporting it — is that the inner core only significantly moved between 2001 to 2013 and has stayed put since.

Hrvoje Tkalcic, a geophysicist at the Australian National University, has published research suggesting that the inner core’s cycle is every 20 to 30 years, rather than the 70 proposed in the latest study.

“These mathematical models are most likely all incorrect because they explain the observed data but are not required by the data,” Tkalcic said.

“Therefore, the geophysical community will be divided about this finding and the topic will remain controversial.”

He compared seismologists to doctors “who study the internal organs of patients’ bodies using imperfect or limited equipment.”

Lacking something like a CT scan, “our image of the inner Earth is still blurry,” he said, predicting more surprises ahead.

That could include more about a theory that the inner core might have yet another iron ball inside it — like a Russian doll.

“Something’s happening and I think we’re going to figure it out,” Vidale said. “But it may take a decade.”

Source: Voice of America

US Proposes Switching to Annual COVID Vaccine Shots

The U.S. Food and Drug Administration is proposing switching to an annual COVID-19 vaccination campaign for the country, similar to the flu shot.

In documents posted online Monday, the agency said the new strategy would provide a simplified approach to the coronavirus vaccine. The proposed plan is set to be discussed at a meeting this week of FDA scientists and the agency’s panel of external vaccine advisers.

The FDA said most Americans would need only one annual vaccination to help protect them against the coronavirus, while others — including the elderly, the very young and those with weakened immune systems — might need a two-dose inoculation for additional protection.

Under the current vaccination system, a person must get two doses of the original COVID-19 vaccine, which targets the coronavirus that emerged in 2020. Following that, booster shots have been recommended at periodic intervals, with the latest boosters targeting both the original virus and the omicron variant.

The proposed FDA changes would do away with the system of primary vaccinations and boosters and would instead recommend for most Americans a single vaccine dose that is developed annually.

As with the flu shot, vaccine makers and independent experts would aim to develop a shot that targets the virus strains most likely to dominate in the winter season. The targeted strains could be changed every year.

The FDA is also considering making the shots interchangeable, so people would not have to keep track of which vaccine brand they receive.

The agency is hoping the changes will make it easier for Americans to continue with their COVID inoculations amid a waning interest from the public to receive repeated booster shots.

While more than 80% of the U.S. population has had at least one vaccine dose, only 16% of eligible Americans have received the latest booster shot, according to The Associated Press.

The proposed FDA changes also come as experts have been publicly debating how effective the latest booster shots have been at increasing protection against COVID-19, especially in healthy adults.

Source: Voice of America